quarta-feira, 28 de agosto de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Já tentei!
“Já tentei ser menos romântica, menos impulsiva, menos sensível, menos louca, me apegar com menos intensidade. Mas foi em vão, só consigo ser igual à mim.”
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Simples assim.. ;)
"Poderíamos casar, teríamos um apartamento, tomaríamos café as cinco da tarde, discordaríamos quanto a cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, a geladeira seria repleta de congelados e coca-cola, o armário, de porcarias, adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentaríamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos pra jantar em dia de chuva e chegaríamos encharcados, nos beijaríamos no meio de alguma frase, você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração.
Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia, saberíamos."
(Caio F Abreu)
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Aprendendo a viver
Minha geração foi (bem) alimentada com as biografias escritas por Irving Stone, retratando homens como Michelangelo, Van Gogh ou Charles Darwin. Quando lhe perguntaram se havia algum traço que unisse estas pessoas, Stone respondeu:
“A maioria deles foi atacada, derrotada, insultada, e por muitos anos não chegou a lugar nenhum. Entretanto, cada vez que caíam por terra, tinham capacidade de recuperar-se e tentar de novo. Os grandes gênios são aqueles que nunca deram ao inimigo o poder de destruí-los”.
O comentário de Stone me lembrou “A View from the Zoo”, um interessantíssimo livro onde Gary Richmond traça paralelos entre o comportamento animal e humano. Onde este descreve o processo de nascimento de uma girafa.
Para começar, o bebê despenca de uma considerável altura, batendo com toda força no solo. A mãe, com seu longo pescoço, move-se um pouco para o lado, e vê que a cria se debate para colocar-se de pé. Imediatamente, ela estende sua longa pata, e dá um chute não muito delicado, de modo que a girafinha termina rolando sobre si mesma. Vários chutes são dados, até que, já cansada, a recém-nascida consegue finalmente levantar-se, de modo a fugir daquele comportamento agressivo.
Neste momento, ao invés de ficar orgulhosa, a mãe tem uma atitude estranha: de novo chuta a sua cria, que cai e torna a levantar-se mais depressa.
Por quê? Ela quer que a girafinha aprenda rápido que irá viver em um mundo cheio de leões, hienas, leopardos, caçadores.
Se não aprende logo a levantar-se quando cai, jamais irá poder desfrutar a vida que tem pela frente.
#ficadica!
“A maioria deles foi atacada, derrotada, insultada, e por muitos anos não chegou a lugar nenhum. Entretanto, cada vez que caíam por terra, tinham capacidade de recuperar-se e tentar de novo. Os grandes gênios são aqueles que nunca deram ao inimigo o poder de destruí-los”.
O comentário de Stone me lembrou “A View from the Zoo”, um interessantíssimo livro onde Gary Richmond traça paralelos entre o comportamento animal e humano. Onde este descreve o processo de nascimento de uma girafa.
Para começar, o bebê despenca de uma considerável altura, batendo com toda força no solo. A mãe, com seu longo pescoço, move-se um pouco para o lado, e vê que a cria se debate para colocar-se de pé. Imediatamente, ela estende sua longa pata, e dá um chute não muito delicado, de modo que a girafinha termina rolando sobre si mesma. Vários chutes são dados, até que, já cansada, a recém-nascida consegue finalmente levantar-se, de modo a fugir daquele comportamento agressivo.
Neste momento, ao invés de ficar orgulhosa, a mãe tem uma atitude estranha: de novo chuta a sua cria, que cai e torna a levantar-se mais depressa.
Por quê? Ela quer que a girafinha aprenda rápido que irá viver em um mundo cheio de leões, hienas, leopardos, caçadores.
Se não aprende logo a levantar-se quando cai, jamais irá poder desfrutar a vida que tem pela frente.
#ficadica!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Nostalgia ;x
Sabe aquelas horas do dia em que você vive momentos simplesmente
nostálgicos? Pois é, aconteceu comigo hoje.
Nostálgico porque lembrei de algo que minha mãe sempre me dizia quando
eu chegava em casa:
- Quando você chegar em casa, você tem que trocar de roupa. Se não, você
continua lá no trabalho!
De fato, hoje consegui perceber o quanto isso é real.
Saí do trabalho, cansada. Parei em um café com uma amiga para conversar
por alguns instante e parti sem uma direção definida. Enfim, encontrei o
supermercado que sabia que precisava passar mas que achava estar longe o
suficiente para não me preocupar com aquilo no momento.
Entrei, olhei, olhei, olhei, comparei, analisei. De fato, supermercado
para mim é lugar de relaxar. Olhar tudo que quero e que não quero. Analisar
necessidade e futilidade e decidir em comprar apenas o essencial. Jura que
consigo né ;)
Depois de finalizada a compra, fui em direção ao meu apartamento.
É estranho você olhar ao redor e encontrar milhares de pessoas andando
e, olhando para o nada. Com olhares em pontos fixos sem nem perceberem quem
passa ao lado. Talves pensando sobre a familia, amigos, trabalho.. Enfim,
distantes de tudo.
Posso ter meus dias distantes, mas procuro aproveitar o máximo de tudo
que estou vivendo. Cada sopro de vento, cada pássaro, cada árvore, cada prédio
antigo, me deixam em estado de êxtase. E eu gosto disso. Saber que eu sou um
estranho, em um lugar estranho, com pessoas estranhas.
Pode parecer loucura, mas me sinto cada vez mais completa. Pois, mesmo
que esteja distante.. consigo ser eu mesma, com as minhas manias, meus gostos,
minhas decisões.
Então, voltando ao assunto da nostalgia.. kkk.
Fui longe no pensamento.
Hoje uma das melhores coisas que fiz, foi chegar em casa, tirar a calça
e a camisa social e ficar de shorts e regata. Sem saltos ou chinelos. Descalça.
Com um coque na cabeça e a certeza: Minha próxima jornada esta para começar!
Enfim, ainda tenho uma casa pra limpar e muito assunto pra estudar! kkkk
Ótimo final de tarde e, até mais!
Bjs
terça-feira, 10 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
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